quinta-feira, 5 de dezembro de 2019


Tema 3

Os sistemas educativos e a formação para a Europa do conhecimento


COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA (Comunidades Europeias, 2007):
1. Comunicação na língua materna
2. Comunicação em línguas estrangeiras
3. Competência matemática e competências básicas em ciências e tecnologia
4. Competência digital
5. Aprender a aprender
6. Competências sociais e cívicas
7. Espírito de iniciativa e espírito empresarial
8. Sensibilidade e expressão culturais

Tema 2 - Modelos e tendências evolutivas nos Sistemas Educativos

Artigo de Paulo Guinote

As Guerras do PISA & Manjerona



Em jeito de encerramento deste tema partilho convosco um artigo que li ao passar ontem pela página do Educare (educare.pt). O artigo é de Paulo Guinote, relativamente aos resultados dos testes PISA 2018 divulgados esta semana, o qual me colocou a refletir sobre a influência dos vários intervenientes na Educação dos alunos portugueses e as possíveis alterações dos Sistemas Educativos Europeus e não só, em avaliação no estudo apresentado pelos testes PISA 2018.A conclusão do autor do artigo é no mínimo interessante. Aconselho a ler.Artigo em Educare.pt

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Tema 2 - Modelos e tendências evolutivas nos Sistemas Educativos

Registos do debate no fórum

Questão de debate: impacto e papel das tecnologias digitais podem ter no atual paradigma

educacional e na configuração dos sistemas educativos contemporâneos. 


Registo 2 - Reflexão sobre a questão colocada pelo professor J. António Moreira
"A forma como trabalhamos neste Mestrado com metodologias colaborativas, com uma dimensão fortemente interativa com os conteúdos, pares e professores, com tecnologias e plataformas digitais não será o "estar" já nessa mudança de paradigma?"

Acho que sim. Esta forma de trabalhar no Mestrado faz-me sentir sem dúvida que estou num paradigma de ensino diferente daquele que temos na maioria das escolas de ensino obrigatório e presencial português como pertencer ao modelo latino-mediterrânico.  A forma como a tecnologia está a ser usada neste Mestrado por si só não teria sucesso sem os fatores que o professor apresenta. É importante assumir que o uso de tecnologia por todos (professores e alunos), não é por si só garantia de sucesso e de mudança de paradigma. 
Reconheço que, tal como neste Mestrado, é necessária uma conjugação eficaz dos vários aspetos que o professor referiu (metodologias colaborativas, interação, tecnologia) onde todos os intervenientes (professores, alunos e instituição) terão que contribuir da melhor forma (com trabalho, dedicação, compromisso, propensão e ambição) para que seja possível que a Educação ocorra e evolua paralelamente à evolução tecnológica e social. Nessa conjugação será necessária sem dúvida uma forte vertente tecnológica e digital, para ser possível os alunos adquirirem competências que os prepare o melhor possível para a integração numa sociedade cada vez mais digital. 
Mais que mudar de paradigma, acho que precisamos de mudar a forma como entendemos e fazemos Educação. Devemos estar conscientes que existem várias formas de fazer educação, que se devem complementar e interagir, usando as ferramentas digitais e não digitais de forma eficaz e intencional, de acordo com o contexto e as pessoas envolvidas em cada tipo de ensino, tendo em conta a realidade cultural e social do nosso pais, mas serão as pessoas, os processos e as organizações, através dos seus lideres, os verdadeiros potenciadores da mudança. 



Tema 2 - Modelos e tendências evolutivas nos Sistemas Educativos

Registos do debate no fórum

Questão de debate: impacto e papel das tecnologias digitais podem ter no atual paradigma

educacional e na configuração dos sistemas educativos contemporâneos. 

Registo 1
Video sugerido pelo professor - reclusão e reinserção social


Quando vi a proposta do professor no fórum fui assistir ao vídeo. 
Gostei muito e foram muitos os sentimentos e pensamentos que tive durante essa visualização. Um deles foi o sentimento de humanismo que a reportagem mostrou, ver e ouvir o quanto é possível fazermos uns pelos outros e contribuir para melhorar e evoluir, tanto em prol da sociedade como de cada ser humano. O outro foi o quanto fez sentido a questão de debate e a sua relação com o exemplo apresentado, isto é, que melhor exemplo podemos ter do impacto e papel das tecnologia digitais no atual paradigma educacional do que o uso dessas tecnologias em prol da inclusão de pessoas que de outra forma estariam excluidas, tanto socialmente como culturalmente.
Tal como a colega Paula Costa referiu no seu post do fórum, este é um exemplo de solidariedade e de compromisso, que mostra que é possível evoluir em relação aos Sistemas Educativos e à própria espécie humana e a sociedade em termo de humanismo, "desde que sejam mobilizados todos os grupos sociais envolvidos: os que valorizam a educação como agente de mobilidade social, aqueles que lutam contra as formas de exclusão social, os profissionais de educação". 
Pela importância do caso apresentado no vídeo, decidi reservar uma mensagem no meu e-portfólio para ele, pois é um excelente exemplo de um grande impacto das tecnologias digitais para a mudança do atual paradigma e da forma como é possível defender uma Educação de todos e para todos.
Parabéns professor J. António Moreira por esta vitória, que com certeza o deixou orgulhoso e com forças redobradas para continuar a caminhada no sentido da mudança do atual paradigma educacional que existe em muitas instituições tanto do ensino superior como não superior.




sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Opinião de um aluno sobre o 
Sistema Educativo e as Novas Tecnologias


Depois de ver, ler, refletir e fazer comentários com base nos vários recursos disponibilizados pelo professor José A. Moreira, em relação aos temas 1 e 2 desta unidade curricular, hoje decidi colocar duas questões a uma aluna de 8ºano, relativas a estes assuntos, para saber a sua opinião. Como achei interessantes as respostas, aqui estão as questões e as respostas, uma mais ligada ao tema 1 e outra ao tema 2:
1. Diz uma coisa que aches que está mal no Ensino atual?
R: Cada vez mais os alunos estão a ser pressionados pelo Ensino. Os alunos são representados por números e valores, o que os submete a muita pressão, pois se não conseguirem certos valores não conseguem seguir o curso que gostavam o que os leva a sentirem-se tristes. Deviam ser valorizados outros aspetos para além dos testes, como debates, atitudes, valores e empenho e outras formas de mostrar o que sabem e o que aprendem. A disciplina de cidadania devia ser mais valorizada pois hoje em dia um emprego não é só teoria, faz falta respeito, deveres e direitos, que todos deviam seguir para bem de todos.

2. Achas que as tecnologias podem ser usadas nas aulas para aprender?
R: Sim, pois cada vez mais as tecnologias são uma tendência, logo os alunos teriam mais vontade e incentivo para estudar e assim juntava-se o útil ao agradável. Em vez de usar telemóveis pessoais, haver equipamentos da escola, com os conteúdos necessários. Em casa, tanto faz ter tecnologia como não, quem quer estudar vai usar a tecnologia para estudar e quem não quer não vai, como fazemos hoje com os livros e os cadernos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Tema 2 - Modelos e tendências evolutivas nos Sistemas Educativos


Video de interesse - Ken Robinson: Bring on te learning revolution


Tema 2 - Modelos e tendências evolutivas nos Sistemas Educativos

Análise do video 2 - Alvin e Heidi Toffler criticam o Sistema Educativo



Para compreender o Sistema Educativo actual temos que analisar como tudo começou: Nos meados do séc.XX a maioria das crianças trabalhavam no campo ajudando a família. 
Quando o governo pretendeu implementar a Escola Pública, tiveram a oposição da classe trabalhadora. A favor da Escola Pública estavam a classe alta e os homens de negócios, que criaram um Sistema Educativo baseado na disciplina industrial: chegar à hora marcada; fazer sempre o mesmo; o professor é o "patrão".
Actualmente não são necessários esse tipo de jovens, nem eles necessitam esse tipo de Sistema Educativo, o sistema é obsoleto pois não evoluiu com a evolução tecnológica e social. O Sistema Educativo tem que ser totalmente alterado para formar jovens e adultos que se possam integrar adequadamente na sociedade actual.

Tema 2 - Modelos e tendências evolutivas nos Sistemas Educativos

Análise do video 1 - Ken Robinson - Alterando paradigmas


Este video ilustra a necessidade atual de alterar o paradigma do Sistema Educativo. Faz referência a problemáticas dos Estados Unidos, como a alienação dos alunos em alguns Estados, através do diagnóstico excessivo e injustificável de ADHD e do abuso da prescrição de medicação e também da eliminação dos talentos dos jovens. 
O sentido desse Sistema Educativo continua a ser a Educação modelada para a industrialização e os seus interesses. Um modelo do século XX que serviu certos propósitos da época, mas que continua presente nas escolas atuais, organizada como fábricas.
Este video mostra-nos que o Sistema Educativo deve caminhar precisamente em sentido contrário, é essa a justificação para o titulo do vídeo - alterar paradigmas. Devemos caminhar no sentido de desenvolver nos alunos o pensamento divergente, a capacidade de encontrar múltiplas respostas para o mesmo problema, usando a criatividade. Para tal defende-se que as aprendizagens devem ocorrer em grupo, não necessariamente com alunos da mesma idade e capacidades, mas onde a colaboração é a fonte de crescimento saudável, desenvolvendo capacidades, atitudes e valores humanos a par da aquisição de conhecimentos e resolução de problemas.

domingo, 10 de novembro de 2019

Tema 1 - Mutações sociais e Sistema Educativos

Um pouco mais de reflexão sobre as mudanças que necessitamos no Sistema Educativo

Após mais alguma pesquisa e leitura através da internet, encontrei três vídeos, que me parece que ajudam a reforçar o que temos analisado e comentado em relação à necessidade de mudança que urge fazer nas práticas educativas e também nos Sistemas Educativas.
O video 1 apresenta 6 problemas dos Sistemas Educativos atuais: continuar a usar o modelo e valores da era industrial (aprender e habituar-se a seguir instruções); falta de autonomia dos alunos (o sistema educativo é que define o que estudar e quando estudar, sem participação dos alunos nessa organização); aprendizagens não significativas (memorização e compartimentação dos conteúdos que é esquecida após as avaliações); não há espaço para aprender com paixão (todos aprendem o mesmo, ao mesmo tempo e da mesma forma, a escola elimina os interesses e as virtudes de cada um); a comunicação (usadas as mesmas ferramentas de comunicação para todos os alunos).

O video 2 chama-nos a atenção para a necessidade de criar momentos e atividades para desenvolver a criatividade nos alunos, o trabalho em equipa, a resolução de problemas, o respeito pelos outros e a colaboração. É por isso um alerta para os riscos educativos quando todos os alunos fazem o mesmo e com as mesmas ferramentas, com uma receita tipificada. 

O video 3 apresenta uma problemática semelhante aos anteriores, usando um contexto no qual o Sistema Educativo atual é julgado num tribunal. São apresentados os argumentos que culpam o atual Sistema Educativo de não dar resposta nem às necessidades da Sociedade atual nem às dos alunos, bem como a falta de valorização dos professores.



sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Tema 1 - Mutações sociais e Sistema Educativos

Atividade - Análise do video "What's education for"



Este video mostrou-me uma perspectiva diferente sobre qual o propósito da educação. Ele permitiu-me várias reflexões e comentários:
- Será que há uma "conspiração" para uma educação "em massa" de forma a que sejamos "domesticados" para um perfil predefinido pelos sistemas económicos? 
- Numa educação em massa, muitas das virtudes e habilidades que cada aluno tem e com as quais nasce acabam por ser suprimidas em prol de uma educação para os conhecimentos definidos por currículos teóricos e que não preparam para o Mundo Real.
- A educação deve permitir que o aluno seja preparado para viver saudavelmente em sociedade, tanto em termos profissionais como sociais, com valores e respeito, que permitam que se sintam felizes e ajudem na felicidade dos outros. Esta visão de escola pode ser aplicada a alunos de qualquer idade.
- As novas tecnologias devem ser usadas para maximizar a comunicação e o contacto entre pessoas e com a informação, de várias formas, quer sendo leitura, música, vídeo, desenho, etc.
Por isso o desafio é alterar o próprio Currículo e até o Sistema Educativo que está definido pelos Governos, para que seja possível às Escolas darem resposta a estas necessidades.

Tema 1 - Mutações sociais e Sistema Educativos

Atividade - Análise do video "What is 21st century education"



Este vídeo, pequeno mas com uma mensagem forte e atual, confronta o que é a "sala de aula" contemporânea e o que se pretende que seja uma sala de aula na atualidade, tão dinâmica como o Mundo que nos rodeia, onde os alunos devem ser preparados para profissões que ainda não existem e os professores ajudar a desenvolver nos alunos a capacidade de procurar a resolução de problemas que ainda nem sequer existem. 
Para isso os professores têm que ser inovadores, mentores e motivadores da aprendizagem, para desenvolver nos alunos a criatividade, a comunicação, a colaboração e liderança e também os valores humanos. Só desta forma estaremos a preparar os alunos para as exigências que a sociedade do século XXI exige e pretende e eles próprios não se sentirão excluidos da mesma.

Tema 1 - Mutações sociais e Sistema Educativos

Atividade - Análise do documentário "A educação proibida"




Outra das atividades propostas no tema 1 foi a visualização e análise do documentário "A educação proibida", de 2012.
Considerei o documentário bastante interessante, do qual realço os seguintes aspetos:
Uma das ideias principais do documentário é mostrar que o modelo de escola na atualidade (passiva, competitiva e domesticadora) não dá resposta às necessidades dos principais envolvidos na mesma, alunos, professores, pais e em última caso às exigências da sociedade atual. Confronta a forma como é entendido o papel do aluno e do professor no modelo atual de educação (recetor passivo de currículos de várias disciplinas) com perspectivas alternativas desse modelo, que colocam o aluno no centro da aprendizagem, um elemento ativo nesse processo e permitindo a sua formação integral como pessoa, holística. É apresentada a perspetiva atual dos alunos, professores, dos pais e dos diretores, bem como de especialistas da área da educação e dos alunos, sendo propostas alternativas ao modelo atual, que dêem resposta aos interesses e espectativas dos alunos, apresentando experiências inovadoras, como a escola da Ponte em Portugal.
Paralelamente aos depoimentos dos vários intervenientes nesse processo é apresentada uma história de ficção representada por atores, do dia a dia dos alunos numa comunidades escolar da Argentina.
Os aspetos positivos foram mostrar as fragilidades e problemáticas do modelo educativo clássico, apresentar propostas de alteração desse modelo e permitir o debate sobre as fragilidades e potencialidade do contexto atual da educação. Como aspeto negativo, apresenta uma imagem dos pais, professores e diretores exageradamente e injustamente negativa, de controlador e dono da verdade, mostrando uma escola como “ditatorial”, desprezando a evolução dos modelos de educação e as melhorias que tem sido feitas ao longo dos anos tanto no século XX como XXI.


Tema 1 - Mutações sociais e Sistema Educativos

Atividade - Análise de textos propostos


A primeira atividade deste tema tinha como principal objetivo compreender as tendências evolutivas das sociedades contemporâneas, a educação e os Sistemas Educativos.
Para o desenvolvimento dessa atividade foram propostas várias análises de documentos, que tornaram o processo de compreensão dessas tendências num exercício de reflexão interessante. Deixo aqui as notas principais dessas leituras.

O texto apresentado por Delors em 2005 (Educação – um tesouro a descobrir, DELORS, J. (Coord.) (2005)) abriu a porta para uma visão da Educação de uma forma diferente. Passou-se a defender uma educação participativa, que permitisse o desenvolvimento do ser humano como um todo, defendendo-se o aluno como um ser aprendente numa visão holística aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a viver juntos; aprender a ser), permitindo-lhe adquirir capacidades e competências que o preparem para continuar a aprender ao longo da vida.
O manifesto Onlife, em 2014, trouxe o debate sobre novas problemáticas, decorrentes da evolução tecnológicas. O risco de não distinguir o real do virtual, o humano do artificial, a elevada quantidade de informação disponível e em circulação, exigem que os sistemas educativos se adaptem no sentido de tentar capacitar os alunos de conhecimentos, capacidades e atitudes que lhes permitam acompanhar adequadamente essa evolução e sabê-la organizar, selecionar, interpretar e absorver.
Quando analisei o documento de 2015 sobre a nova visão para a Educação, referente ao WEFUSA, tive a sensação que estava perante um dos melhores documentos de referência para como deve ser entendida a Educação e o Sistema Educativo virado para o futuro, presente no documento de referência atual em Portugal - Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória. Nesse documento é possível analisar as competências que se pretendem que possuam as gerações de alunos do século XXI e a necessidade de ter em conta as potencialidades da tecnologia para ajudar a colmatar as lacunas sobre essas competências bem como para o seu desenvolvimento. O mesmo documento alerta ainda para a consciência que é necessária de que todos os envolvidos na Educação, desde governos, escolas, tecnologias e a própria sociedade serão responsáveis pelo processo.
O artigo sobre aspetos contextuais dos Sistemas Educativos, de Ramos, C. (2017) acaba por ser uma excelente problematização dos desafios que se colocam à Educação, e a argumentação e explicação daquilo que se pretende que sejam os próximos sistemas educativos, no sentido de poderem dar resposta ao defendido nos artigos que acima referi. A necessidade de que o desenvolvimento humano possibilite acompanhar o desenvolvimento tecnológico e social, as desigualdades entre países que crescem a ritmos diferentes, o rápido desenvolvimento tecnológico e a velocidade de propagação da informação, exigem cada vez mais competências intelectuais, cognitivas e sociais. Essa exigência coloca nos sistemas educativos a necessidade de se adaptarem, dando aos alunos ferramentas, capacidade de evolução e adaptação, privilegiar a imaginação, criatividade, comunicação, trabalho em equipa para dotar cada aluno de capacidades de reagir proactivamente para antecipar e acompanhar essas mudanças. O sistema educativo português deve dar mais autonomia às escolas, com o envolvimento ativo e participativo de todos os intervenientes, professores, alunos, governos e restante comunidade educativa.

sábado, 19 de outubro de 2019

Primeira mensagem

Bem-vindo a este blog.
Este é o primeiro blog que crio e por isso uma nova experiência de vida e de aprendizagem.
O sentimento é de grande expectativa e também de curiosidade sobre tudo o que poderei aprender e partilhar através dele.
Que a aventura comece...😊